Correa diz que reduzirá seu salário se vencer no Equador

O candidato à Presidência do Equador Rafael Correa, do movimento esquerdista Aliança País, assegurou neste domingo que se vencer o multimilionário Álvaro Noboa no segundo turno das eleições reduzirá o salário do presidente à metade. Correa disse que, se assumir a Presidência em 15 de janeiro, um de seus primeiros decretos será o de fixar para si um salário de US$ 4.000, a metade do que recebe o atual chefe de Estado, Alfredo Palácio. O candidato disse que essa quantia é superior à que ele recebe atualmente e admitiu que nas funções como chefe do Estado poderia precisar de mais, embora não tanto como o salário atual do presidente. Segundo uma disposição legal no Equador, nenhum funcionário público pode ter um salário maior que o do presidente. Correa disputa hoje nas urnas o poder com Álvaro Noboa, candidato pelo Partido Renovador Institucional Ação Nacional (Prian). Após a entrevista coletiva, Correa foi para a igreja de San Francisco, no centro histórico de Quito, para assistir a uma missa em meio a uma aglomeração de simpatizantes, jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos e curiosos.

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