Cresce número de estrangeiros em grupos terroristas

Um relatório entregue à Organização das Nações Unidas informou que o mundo está enfrentando um desafio de combatentes estrangeiros em grupos terroristas em uma "escala sem precedentes", com cerca de 15 mil na Síria e no Iraque.

Estadão Conteúdo

31 de outubro de 2014 | 11h38

O documento elaborado por um painel de especialistas que monitoram a Al-Qaeda e o Taleban foi submetido ao Conselho de Segurança da ONU. De acordo com o painel, combatentes de mais de 80 países estão atuando em grupos relacionados à Al-Qaeda na Síria e no Iraque e "formam o núcleo de uma nova diáspora que pode semear a ameaça para os próximos anos" e que o terrorismo doméstico pode aumentar quando os militantes retornarem a seus países de origem.

O relatório acrescenta que o uso cada vez mais sofisticados das mídias sociais está dando ao grupo extremista Estado Islâmico uma aparência "cosmopolita", mas diz que não está claro se o grupo vai crescer em divisões na rede da Al-Qaeda e reivindicar o domínio do movimento.

O Estado Islâmico deixou a comunidade internacional alarmada com os recentes avanços na Síria e no noroeste do Iraque e com uma série de vídeos de decapitações de estrangeiros. Os EUA estão particularmente preocupados, sustentando uma resolução do Conselho de Segurança de setembro para combater a crescente ameaça de combatentes estrangeiros em grupos terroristas. Fonte: Associated Press.

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