Cristina Kirchner é operada por coágulo no cérebro

A cirurgia da presidente argentina, Cristina Kirchner, terminou no fim da manhã de hoje e a imprensa aguarda o boletim médico, que não tem hora para ser divulgado. Aos 60 anos, a presidente submeteu-se à drenagem de um coágulo no cérebro.

MARINA GUIMARÃES, CORRESPONDENTE, Agência Estado

08 de outubro de 2013 | 12h00

A decisão sobre a cirurgia foi tomada 24 horas depois de médicos terem recomendado um repouso de 30 dias. Cristina havia passado o sábado internada no hospital da Fundação Favaloro porque sentia arritmia e fortes dores de cabeça.

Na noite de sábado, a presidente regressou à residência oficial de Olivos, mas no domingo sentiu formigamento e perda temporária de força muscular no braço esquerdo. O hematoma foi resultado de um tombo ainda mal explicado pelo governo. Cristina teria caído no dia 12 de agosto, ocasião em que foi submetida a uma tomografia que teria apresentado resultado "normal".

A cirurgia teve início por volta das 8h30 e durou cerca de duas horas. A operação consistiu na abertura de um orifício para drenar o sangue acumulado abaixo da dura-máter, uma membrana entre o crânio e o cérebro.

Nas próximas 48 horas, a presidente ficará internada em uma sala de terapia intensiva e só poderá ser visitada pelos familiares diretos.

Segundo informações de fontes da Fundação Favaloro, Cristina teria que ficar hospitalizada durante uma semana para observação da evolução de seu estado clínico.

Tudo o que sabemos sobre:
ArgentinaCristinacirurgia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.