AFP PHOTO / ALBERTO PIZZOLI
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Cristina Kirchner usa Facebook para se defender: ‘O ódio deixamos para eles’

Presidente foi indiciada por suspeita de ter encoberto envolvidos em atentado

O Estado de S. Paulo

14 de fevereiro de 2015 | 15h02

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, usou o Facebook para se defender após ser indiciada por ter encoberto envolvidos no atentado contra a Associação Mutual Israelita-Argentina (Amia). “Sabem o quê?” O ódio, o agravo, a infâmia, a calúnia deixamos para eles”, disse.

Na mensagem na rede social, Cristina enumerou feitos do seu governo. “Nós ficamos com as aposentadorias, com o casamento igualitário, com a aplicação de direito, com o melhor salário mínimo, com os investimentos em infraestrutura, com a educação, com as universidades".

Na sexta-feira, o promotor Gerardo Pollicita indiciou a presidente argentina, Cristina Kirchner, o chanceler Héctor Timerman e dirigente kirchenristas com base na acusação feita por seu colega Alberto Nisman quatro dias antes de morrer, no dia 18. O promotor encontrado com um disparo na cabeça em seu banheiro acusou a presidente, o chanceler e dirigentes governistas de proteger altos funcionários iranianos que, para a Justiça argentina, estiveram envolvidos no atentado contra a Amia, onde morreram 85 e se feriram mais de 300.

A iminência do indiciamento havia levado a Casa Rosada a denunciar no início do dia um "golpismo judicial".

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