Cruz Vermelha reduz presença no Iraque por temer ataques

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha anunciou neste domingo que está reduzindo seu pessoal em Bagdá após receber ameaças. Nada Doumani, porta-voz da Cruz vermelha em Bagdá, disse que a organização começou a reduzir gradualmente seu pessoal desde que um funcionário proveniente do Sri Lanka foi assassinado em um ataque contra um comboio militar em 22 de julho ao sul da capital. Doumani acrescentou que cerca de 50 pessoas da entidade, entre as quais ela própria, permanecerão em Bagdá. "Estamos preocupados com a segurança do pessoal que trabalha conosco e com a das pessoas que vêm nos procurar. Aparentemente, alguns grupos não estão dispostos a deixar-nos trabalhar normalmente", disse. Organizações de ajuda humanitária no Iraque começaram a expressar preocupação com a segurança depois que, na última terça-feira, um caminhão carregado de explosivos explodiu contra a sede das Nações Unidas. Também o FMI e o Banco Mundial anunciaram na quarta-feira que decidiram retirar seus funcionários do país. Um porta-voz do Bird disse que o banco continuará mantendo relações no Iraque, apesar de seus funcionários terem sido transferidos para a Jordânia.

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