REUTERS/Enrique de la Osa
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Cubanos ganham pontos públicos de Wi-Fi

A ilha é um dos países do mundo com menor taxa de conectividade à internet, 5%, porcentagem que se reduz a 1% no caso da banda larga

O Estado de S. Paulo

02 de julho de 2015 | 20h13

HAVANA - Os espaços públicos de 16 cidades cubanas passaram a contar, desde quarta-feira, com 35 áreas de navegação de internet sem fio e uma redução da tarifa atual de conexão à rede, segundo informou a imprensa local.

Em Havana, essas áreas ficam em uma região da Avenida La Rampa, que abrange desde o emblemático Malecón até o Cinema Yara, dois parques nos municípios de La Lisa e Centro Habana; o anfiteatro do Bairro Marianao e o Passeio da Vila Pan-Americana, em Cojímar, uma cidade situada ao leste da capital.

Esse novo serviço ao qual têm acesso os usuários com contratos às contas locais Nauta dispõe de uma velocidade de conexão pela internet sem fio de 1 MB por usuário.

Além disso, o preço da hora de navegação pela internet foi rebaixado para até 2 CUC (peso conversível, equivalente ao dólar) para os usuários da Nauta, o que representaria uma redução aproximada de 50% em relação ao custo que tinha até então.

Em Trinidad, um dos principais polos turísticos da ilha que está situado na província central de Sancti Spíritus, a modalidade de serviço de Wi-Fi público funciona em um parque dessa cidade desde o último mês de abril, segundo informou a Etecsa, que controla o setor de telecomunicações na ilha.

Em Cuba, a conexão doméstica à internet está restrita a poucos profissionais, à elite e a hotéis. O acesso mais comum aos demais é pelas salas de navegação estatais.

A ilha é um dos países do mundo com menor taxa de conectividade à internet, 5%, porcentagem que se reduz a 1% no caso da banda larga.

A Etecsa anunciou em fevereiro sua intenção de duplicar as salas de navegação existentes e encerrar o ano com um total de 300, além de habilitar áreas públicas de conexão Wi-Fi. / EFE

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