Cúpula das Américas abre nova era com EUA

A quinta edição da Cúpula das Américas terminou neste domingo em meio a mostras de desorganização e com uma declaração final rechaçada por alguns participantes, mas com a admissão dos presentes de que o evento serviu para dar início a uma nova era de relações com os Estados Unidos.

AE, Agencia Estado

19 de abril de 2009 | 14h40

Temas recorrentes dessas cúpulas, como democracia, desenvolvimento e governabilidade, foram reforçados por assuntos de interesse mais recente, como fontes energéticas sustentáveis.

No entanto, a quinta edição da Cúpula das Américas careceu de uma discussão mais a fundo da atual crise econômica mundial, que é do interesse da maioria dos participantes.

O primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, foi o primeiro a assinar a Declaração de Compromisso de Trinidad e Tobago em uma sala do Centro Diplomático. Nenhum outro líder o seguiu no ritual, numa aparente tentativa de não deixar claro quais presidentes e primeiros-ministros não assinariam o documento.

A maioria dos 34 presidentes não estava nem ao menos presente à cerimônia de encerramento, durante a qual Manning admitiu em discurso sóbrio que é difícil obter um consenso tendo toda essa quantidade de governantes.

A declaração final da cúpula foi mantida sob sigilo durante os três dias de reuniões e continuava sendo um documento de acesso restrito depois do encerramento do encontro. As informações são da Associated Press.

Tudo o que sabemos sobre:
Cúpula das Américas

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.