AP Photo/Frank Augstein
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Custo da família real britânica aumenta antes de obras no Palácio de Buckingham

Dinheiro público para a monarquia britânica aumentou 5,4% em um ano, alcançando £ 41,9 milhões, o que equivale a 65 pence (menos de um dólar) por habitante no Reino Unido, segundo o diretor de finanças da Casa Real

O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2017 | 10h19

LONDRES - O custo da monarquia britânica para o contribuinte aumentou 5,4% em um ano, de acordo com os dados publicados nesta terça-feira, 27, antes do início das grandes obras de reforma do Palácio de Buckingham.

O dinheiro público para a rainha Elizabeth II aumentou em £ 2,1 milhões no ano fiscal 2016-2017 e alcançou £ 41,9 milhões (US$ 53,3 milhões).

"Em 2016-17, a subvenção real representou um custo de 65 pence (menos de um dólar) por habitante no Reino Unido, o preço de um selo de primeira categoria. Se levarmos em consideração o que a rainha faz e representa para este país, a relação custo-benefício é excelente", disse Alan Reid, diretor de finanças da Casa Real.

No total, a família real gastou £ 56,8 milhões em 2016-17, graças a recursos próprios de £ 14,9 milhões - procedentes das entradas para visitar os castelos e residências, investimentos, entre outros - e reservou £ 900.000 em previsão de dificuldades.

Os gastos da família real foram usados no pagamento de funcionários, manutenção dos palácios e para os vários deslocamentos. Os membros da realeza participaram em quase 3.000 atos públicos e de 65 viagens ao exterior nos últimos 12 meses.

Nos próximos meses, a principal residência da rainha em Londres, o Palácio de Buckingham, passará por uma ampla reforma que custará £ 369 milhões (US$ 470 milhões). / AFP

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