Dados de NY mostram riscos rotineiros para camareiras

O caso da camareira do hotel Sofitel, em Nova York, que disse que foi estuprada pelo ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional Dominique Strauss-Khan está direcionando as atenções para os riscos que as camareiras de hotel enfrentam em seu trabalho. Um acompanhamento de dados judiciais e notícias na imprensa feito pela Associated Press revelou que pelo menos dez outras camareiras de hotel afirmaram terem sido atacadas nos EUA nos últimos três anos.

AE, Agência Estado

21 de maio de 2011 | 14h15

As investidas nem sempre são sexuais. A camareira Kimberly Phillips, por exemplo, afirma que ela foi atacada por dois cachorros no ano passado em um hotel em Kentucky.

Grupos sindicais informam que outros casos não são revelados, seja porque as vítimas são imigrantes ilegais ou por causa da apreensão dos hotéis em afugentar novos hóspedes. Vários hotéis já adotaram novas diretrizes de segurança, como a de impedir que as camareiras limpem os quartos quando eles estiverem ocupados. As informações são da Associated Press.

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