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Dalai Lama pede investigação sobre 'genocídio cultural'

O Dalai Lama pediu no domingouma investigação sobre a dura resposta da China aos protestosno Tibet, questionando se foi um "genocídio cultura"intencional. As declarações do líder espiritual do Tibet foram feitas nomomento em que a polícia e tropas fecharam Lhasa, capital doTibet, dois dias após protestos de rua contra o controlechinês, que segundo o governo exilado da região matou 80pessoas. "Se o governo chinês admite ou não, há um problema. Oproblema é que o país com herança cultural antiga estáenfrentando perigos sérios", disse ele em entrevista à imprensaem sua base em Dharamsala, no norte da Índia. "Seja intencional ou não, em algum lugar o genocídiocultural está acontecendo", disse ele, afirmando que quer umainvestigação sobre os confrontos. O Dalai Lama, afirmando que se sente "desamparado", disseainda que a comunidade internacional tem a "responsabilidademoral" de lembrar a China que ela seja uma boa anfitriã para osJogos Olímpicos. Ele afirmou que a China deve receber os Jogos. O Ministério das Relações Exteriores chinês não comentouimediatamente as declarações dele. Os monges foram às ruas do Tibet pela primeira vez nasegunda-feira passada, para marcar o 49o aniversário de umlevante, e os protestos logo se espalharam para outras regiões. A China afirmou que ao menos 10 "civis inocentes" morreram,a maioria em incêndios provocados por manifestantes em Lhasa nasexta-feira.

JONATHAN ALLEN, REUTERS

16 de março de 2008 | 09h36

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