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Dalai Lama teme banho de sangue se Pequim não mudar política

Autoridades acusaram o líder espiritual tibetano de estar por trás dos protestos, fato negado por ele

EFE

16 de março de 2008 | 05h29

O Dalai Lama teme que haja mais mortos no Tibete a menos que Pequim mude de política em relação a essa região controlada pela China, que a considera parte de seu território nacional. Ele disse ter recebido informações segundo as quais o número de mortos nos protestos poderia chegar a uma centena, embora tenha reconhecido que é algo que não pode ser averiguado. A agência oficial chinesa "Xinhua" falou apenas em dez mortos nos confrontos de sexta-feira passada. Apesar do ocorrido, o líder espiritual dos tibetanos se mostrou propício, em suas declarações à "BBC", de que se deixe Pequim organizar os Jogos Olímpicos. Na sua opinião, os Jogos representam uma oportunidade para que os chineses mostrem seu apoio ao princípio da liberdade. A violência explodiu no Tibete pelo quinto dia de uma série de protestos em sua maior parte pacíficos. Da mesma forma que aconteceu em setembro do ano passado em Mianmar, as manifestações foram realizadas por monges budistas, aos quais se somaram muitos outros cidadãos. As autoridades acusaram o Dalai Lama de estar por trás dos protestos populares, fato negado por ele.

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