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Das vítimas do massacre em Orlando, 38 morreram na casa noturna e 11 no hospital

Autoridades americanas fazem investigações sobre o caso e começam a divulgar os primeiros nomes dos mortos no ataque

O Estado de S. Paulo

13 Junho 2016 | 09h42

MIAMI - O prefeito de Orlando, nos Estados Unidos, Buddy Dyer, afirmou que das 50 pessoas mortas no massacre em uma casa noturna da cidade frequentada pelo público LGBT, 39 delas - incluindo o atirador - morreram no local e as outras 11 no hospital.

Dyer afirmou que as forças policiais pensaram inicialmente que o autor do massacre, Omar Mateen - morto após enfrentar a Polícia e incluído entre os 50 mortos -, havia amarrado explosivos nos corpos das vítimas para fazer uma armadilha para os agentes de segurança. Mas imagens feitas por um robô da SWAT ajudaram a descartar essa informação.

Como afirmou o chefe do Departamento da Polícia de Orlando (OPD), John Mina, por volta das 2h locais (3h em Brasília) um oficial da Polícia que estava na boate Pulse respondeu aos tiros disparados contra ele.

"Nosso oficial foi envolvido em um tiroteio com o suspeito, que entrou na boate onde foram feitos mais disparos, e isto derivou em uma tomada de reféns", explicou o chefe de Polícia.

Mina acrescentou que foram para o local várias agências de segurança e às 5h locais (6h em Brasília) foi tomada a decisão de resgatar os reféns, após um esquadrão de agentes da SWAT entrar na boate e depois de um tiroteio matar o suspeito.

De acordo com Dyer, agentes colocaram uma bomba em uma das paredes da casa noturna e depois um veículo blindado derrubou o muro.

Mateen portava um fuzil AR-15 e uma pistola no momento em que foi atingido. A Polícia encontrou vários mortos no local.

Vítimas. Autoridades fazem uma investigação e começam a divulgar os primeiros nomes das vítimas.

Os primeiros sete identificados são: Edward Sotomayor Jr., Stanley Almodóvar III, Luis Omar Ocasio-Capo, Juan Ramón Guerrero, Eric Ivan Ortiz-Rivera, Peter O. González-Cruz e Luis S. Vielma.

Mina disse que no ataque ao clube participaram 11 agentes especiais da Polícia e 3 oficiais do escritório da prefeitura de Orlando, dentre os quais somente um ficou ferido levemente em um olho. /EFE

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