De saída, embaixador da França defende intervenção na Líbia

Apesar da crise aberta com o assassinato do embaixador americano em Benghazi, "não há nenhum motivo para se arrepender" da intervenção da Otan na Líbia. A defesa foi feita ontem pelo representante da França no Brasil, Yves Saint-Geours. Em Brasília desde 2009, ele voltará nos próximos dias para Paris e ocupará o terceiro cargo mais importante na hierarquia do Quai d'Orsay, a chancelaria francesa. "A intervenção da Otan (em março de 2011) salvou uma população que estava prestes a ser massacrada (pelo ditador Muamar Kadafi)", diz Saint-Geours ao "Estado". "Fizemos o que deveria ser feito." O embaixador reconhece que "há divergências" entre Brasil e França não só em relação à Líbia, mas também quanto à crise na Síria e ao programa nuclear iraniano. / ROBERTO SIMON

O Estado de S.Paulo

14 de setembro de 2012 | 10h10

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