Decisão de destruir vírus da varíola é adiada por 3 anos

Ministros da Saúde de todo o mundo concordaram hoje em prorrogar por mais três anos o estabelecimento de um prazo final para destruir os últimos estoques conhecidos do vírus da varíola, rejeitando o plano dos Estados Unidos de uma prorrogação maior, por cinco anos. Depois de dois dias de debates acalorados, os 193 países da Assembleia da Saúde Mundial concordaram com o compromisso que estabelece outra revisão em 2014.

AE, Agência Estado

24 de maio de 2011 | 18h20

Os EUA haviam proposto uma extensão de cinco anos para a destruição dos estoques americanos e russos, argumentando que é necessário fazer mais pesquisas e que os estoques poderiam ajudar a evitar que uma das doenças mais letais do mundo seja usada como arma biológica.

Mas os ministros da assembleia da Organização Mundial da Saúde disseram ver pouca razão para manter os estoques e foram contrários ao atraso da decisão de destruí-los. A assembleia declarou a varíola oficialmente erradicada em 1980 e a agência de saúde da ONU tem discutido se deve destruir o vírus desde 1986. As informações são da Associated Press.

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