Declaração contra o genocídio assinada em Estocolmo

Cinqüenta e cinco países assinaram uma declaração prometendo lutar contra o genocídio e a limpeza étnica, mas que deixou de fora qualquer menção ao Tribunal Penal Internacional (TPI), devido a uma objeção dos Estados Unidos. Segundo o primeiro-ministro sueco, Goeran Persson, a grande maioria dos delegados presentes a uma conferência de três dias em Estocolmo sobre genocídio apóia o TPI, mas não há esperança de reverter a oposição americana à corte. Depois da conferência, Persson disse a jornalistas que estava desapontado com a posição dos EUA.O chefe da delegação americana em Estocolmo, Pierre-Richard Prosper, negou ter havido qualquer pressão por parte de seu país. Segundo ele, não há razão para se criar uma corte permanente. Os Estados Unidos temem que seus soldados sejam vítimas de perseguição política e levados ao tribunal.

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