Anton Vaganov/Reuters
Anton Vaganov/Reuters

Defensores dos direitos LGBT pedem proteção após assassinato de ativista na Rússia

Grupo é citado em site que lista pessoas e organizações para serem 'caçadas'

Redação, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2019 | 09h48

MOSCOU - Sete defensores dos direitos da comunidade LGBT na Rússia pediram às autoridades que investiguem possíveis ameaças às suas vidas. O grupo aparece na lista de um site que incita atos de violência contra ativistas LGBT. Entre os citados estava Yelena Grigorieva, encontrada morta no domingo, 21.

O grupo lamenta que "durante muitos meses" a Polícia não tenha atuado na identificação das pessoas responsáveis pela ação. Segundo eles, a lista relacionava ativistas e organizações para que fossem "caçados". O site já foi bloqueado, mas os ativistas acreditam que ainda estão em perigo.

Assassinato de Yelena Grigorieva

O corpo de Yelena foi encontrado com marcas de arma branca perto da casa dela no domingo. A Polícia admite que ela denunciou ter sido vítima de várias ameaças. Acrescentou, porém, que todas foram devidamente investigadas e que não haveria provas concretas de que ela corria risco.

Por sua vez, o ativista Dinar Idrisov acusou a Polícia de São Petersburgo de omissão ante as denúncias de Yelena. A ativista não só denunciava a perseguição à comunidade LGBT, como também a opositores políticos, e pedia a liberação de políticos presos ucranianos. / EFE

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