Defesa de Strauss-Kahn deve alegar sexo consensual

Acusado de ataque sexual contra uma camareira de um hotel em Nova York, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, ficará na prisão de Rikers Island, em Nova York, até sexta-feira, quando ocorrerá a próxima audiência em uma corte de Manhattan. Nesta data, a defesa de Strauss-Kahn tentará novamente entrar com um pedido de fiança para que o processo seja respondido em liberdade.

AE, Agência Estado

18 de maio de 2011 | 07h57

Segundo relato do tabloide New York Post, a defesa pode mudar a estratégia e admitir ter havido uma relação sexual consentida entre Strauss-Kahn e a vítima, cuja identidade é mantida em sigilo. A informação não foi confirmada pela equipe do advogado Benjamin Brafman. Durante a audiência na segunda-feira, a defesa apenas negou que tenha havido o ataque, sem mencionar se houve ou não contato sexual consentido.

O advogado, posicionado ao lado de Strauss-Kahn, afirmou apenas "não haver provas de um encontro forçado" entre seu cliente e a vítima em uma suíte do Hotel Sofitel, na região da Times Square, no sábado. Nos próximos dias, devem ser divulgadas mais informações como o vídeo de Strauss-Kahn e da camareira saindo do quarto. Ela afirma que ele saiu nu do banheiro e tentou estuprá-la. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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