REUTERS/Omar Sanadiki
REUTERS/Omar Sanadiki

Depois de Emirados Árabes, Bahrein reabrirá embaixada em Damasco

Países árabes do Golfo Pérsico romperam relações diplomáticas com o governo do presidente Bashar Assad após a explosão do conflito

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2018 | 19h42

MANAMA - O Bahrein anunciou nesta sexta-feira, 28, a reabertura da sua embaixada em Damasco, um dia depois de os Emirados Árabes informarem que retomariam as atividades diplomáticas na capital da Síria.

O Ministério das Relações Exteriores bareinita afirmou em comunicado que o trabalho diplomático "continua" na sua embaixada na Síria, que foi encerrada meses depois do início da guerra, em 2011. O texto sugere que a embaixada não chegou a ser totalmente fechada e apenas diminuiu o nível de representação diplomática.

Os países árabes do Golfo Pérsico romperam relações diplomáticas com o governo do presidente Bashar Assad após a explosão do conflito. A decisão dos Emirados Árabes e do Bahrein faz parte das aproximações que os países árabes estão fazendo com a Síria, em um momento no qual o presidente recuperou o controle da maior parte do seu território.

No dia 15, o presidente sudanês, Omar al-Bashir, fez uma visita surpresa a Damasco, a primeira de um líder árabe ao país em guerra. No dia 20, Liga Árabe estudará a possibilidade de readmitir a Síria como membro da organização.

A representação síria na Liga Árabe foi suspensa em novembro de 2011, depois que o governo começou a reprimir brutalmente a revolução que teve início em março daquele ano no país. / EFE

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