Miguel Gutiérrez/Efe
Miguel Gutiérrez/Efe

Deputada opositora nega acusações sobre plano para matar Maduro

María Corina Machado, cassada em março, foi acusada pelos chavistas de planejar golpe de Estado

29 Maio 2014 | 11h53

CARACAS  -  A líder opositora venezuelana María Corina Machado negou na madrugada desta quinta-feira, 29, as acusações de membros do chavismo que a vinculam a um plano para derrubar e matar o presidente Nicolás Maduro. Ela prometeu apresentar uma denúncia na Procuradoria-Geral da República contra seus acusadores.

"Todas as mensagens e cada uma dessas palavras são falsas e completamente inventadas", disse María Corina." Não quero que nada de mal ocorra ao presidente. Apenas quero que renuncie."

O presidente do distrito de Libertador, na Grande Caracas, Jorge Rodríguez, fez as acusações em rede nacional. Um dos e-mails atribuídos à deputada diz:"Acredito que já chegou a hora de acumular esforços, fazer as ligações necessárias e obter o financiamento para aniquilar Maduro. O resto vai cair sozinho."

Os chavistas implicaram também o embaixador americano em Bogotá, Kevin

Whitaker, nas denúncias. Num dos e-mails, Whitaker teria confirmado o apoio e indicado futuros passos.

María Corina, no entanto, admitiu ter se reunido com o diplomata. "Tive reuniões com ele quando tinha funções no departamento de Estado, assim como também tive com sua chefe Roberta Jacobson", disse Maria Corina, que perdeu o mandato depois de aceitar a designação de representante do Panamá na Organização dos Estados Americanos, o que é vetado pela Constituição venezuelana.  / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.