Esteban Felix/AP
Esteban Felix/AP

Deputados do Chile aprovam adiamento das eleições constituintes para maio

Senado vai agora debater a proposta enviada pelo governo a partir de recomendações da comunidade médica, que considera que, devido à força da segunda onda da pandemia, as condições não são adequadas para realizar a votação nos dias 10 e 11

Redação, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2021 | 21h57

SANTIAGO - A Câmara de Deputados do Chile aprovou nesta quarta-feira, 31, a proposta de adiar para 15 e 16 de maio as eleições municipais, regionais e dos delegados que vão redigir a nova Constituição. A votação estava inicialmente prevista para os dias 10 e 11 de abril, mas acabou postergada devido ao agravamento da pandemia de covid-19.

Por um placar de 126 votos a favor, 3 contra e 11 abstenções, os deputados aprovaram o projeto de lei em geral e o enviaram ao Senado, que vai debatê-lo hoje e amanhã.

A proposta de adiar as eleições veio do governo a partir de recomendações da comunidade médica, que considera que, devido à força da segunda onda da pandemia, as condições não são adequadas para realizar a votação em 10 e 11 de abril.

Nas eleições, os cidadãos chilenos vão eleger os 155 membros da convenção constitucional que redigirá uma nova Carta Magna, assim como os governadores das 16 regiões do país e os prefeitos e vereadores dos 346 municípios do Chile.

O segundo turno das eleições para governadores foi também adiado, para 13 de junho. Já as primárias dos partidos visando a eleição presidencial de novembro passou para 18 de julho.

A proposta também contempla a suspensão da campanha eleitoral até 29 de abril, sendo este um dos pontos mais discutidos pelos deputados, porque alguns grupos acreditam que a medida prejudica os candidatos com menos recursos. / EFE

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