Diana teve nove pretendentes, mas não queria se casar

Depois de se divorciar de Charles, a princesa Diana teve nove pretendentes. A lista inclui um político famoso e um ator de Hollywood. Mas ela não pretendia se casar novamente, disse o tablóide inglês ?Daily Mirror?, nesta sexta-feira.Segundo trechos retirados do livro que o ex-mordomo de Diana, Paul Burrel, escreve sobre a princesa, Dodi Fayed pensava em pedir Diana em casamento. Mas ela não estava disposta a aceitar, e temia por isso. Diana teria perguntado ao mordomo que tipo de reação deveria Ter, se Fayed lhe oferecesse um anel de noivado. O ex-mordomo desmente, também, os boatos de que a princesa estaria grávida quando morreu no acidente de carro em Paris, em 31 de agosto de 1997.O ex-mordomo não deu nome a nenhum dos nove pretendentes da princesa, mas afirmou que ela não se interessava pela maioria deles. Em entrevista ao programa ?20/20?, da rede de TV norte-americana ABC, que vai ao ar nesta sexta-feira, Burrel disse que Diana era apaixonada pelo cirurgião paquistanês Hasnat Khan, que ela conheceu quando visitou um paciente no Brompton Hospital, em Londres. Mas o relacionamento teria sido interrompido pelo médico. ?Eu acho que havia muitas complicações de ambos os lados?, disse o ex-mordomo.Os trechos do livro de Burrel publicados esta semana pelo tablóide inglês incluem cartas do ex-sogro de Diana, o príncipe Philip. Nas cartas, Philip diz que a família real britânica ?nunca sonhou? que Charles pudesse trocar Diana por Camilla Parker Bowles. O ?Daily Mirror? também publicou uma carta, supostamente escrita por Diana dez meses antes de sua morte, em que ela dizia que alguém planejava ?um acidente envolvendo seu carro, para deixar o caminho livre para o casamento de Charles?.A família real está irritadíssima com as revelações do ex-mordomo. Pediu à editora e já recebeu partes do livro. Depois da publicação das cartas, Mohammed Al Fayed, o pai de Dodi, pediu a abertura de um inquérito na Inglaterra para investigar as mortes. O governo britânico rejeitou o pedido. No acidente, também morreu o motorista do carro, Henri Paul. Na França, a justiça concluiu que a colisão foi causada porque Paul usou álcool e drogas e dirigia em alta velocidade.

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