Dilma diz que Brasil manterá ajuda ao Haiti

Presidente presta homenagem aos brasileiros mortos no terremoto de janeiro de 2010

Agência Estado

12 de janeiro de 2011 | 11h15

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff (PT) reafirmou nesta quarta-feira, 12, que o Brasil está determinado a continuar ajudando na reconstrução do Haiti, exatamente um ano após o terremoto que devastou o país caribenho, o mais pobre das Américas.

 

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Em nota distribuída à imprensa, Dilma se solidariza com o povo haitiano e destaca o trabalho dos soldados brasileiros que participam da Missão da Organização das Nações Unidades (Minustah) e que contribuem para a recuperação da infraestrutura do país.

 

"Quero me associar aos que participam, em todo o mundo, de cerimônias rememorativas dessa imensa tragédia que se abateu sobre aquele povo irmão. Esse é um momento de reflexão, de lembrarmos as vítimas, e de conclamarmos a comunidade internacional para um renovado esforço em prol da recuperação do país, que ainda vive uma situação de extrema gravidade", afirma a presidente na nota.

 

Dilma também presta uma homenagem aos 18 militares brasileiros, à médica e humanista Zilda Arns e ao Representante Adjunto da ONU para o Haiti, Luiz Carlos da Costa, que morreram no terremoto.

 

Cerimônia

 

Em homenagem aos brasileiros mortos na tragédia, o Exército realiza às 17 horas uma cerimônia no Teatro Pedro Calmon, no Setor Militar Urbano, em Brasília. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, participará da solenidade.

 

Desde 2004, os militares brasileiros participam Minustah, junto com representantes de 18 países. A indenização de R$ 500 mil a cada família foi paga no último dia do ano passado, segundo o Ministério da Defesa. Os dependentes dos militares também podem solicitar o benefício de R$ 510 por mês para cobrir despesas com educação.

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