AP Photo/Pablo Martinez Monsivais
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Diretor da Wallmart se junta às críticas de executivos a Trump

Três empresas saíram do conselho de manufatureiras criado pelo presidente após discurso sobre Charlottesville: a farmacêutica Merck, a gigante de tecnologia Intel e a fabricante de artefatos esportivos Under Armour.

O Estado de S.Paulo

15 Agosto 2017 | 16h28

WASHINGTON - O CEO da rede varejista Walmart, Doug McMillon, se juntou às críticas de executivos de grandes empresas americanas contra as declarações do presidente Donald Trump sobre os protestos de supremacistas brancos no fim de semana na Virgínia.

Entre a segunda-feira, 14 e esta terça, três empresas saíram do conselho de manufatureiras criado pelo presidente: a farmacêutica Merck, a gigante de tecnologia Intel e a fabricante de artefatos esportivos Under Armour

"Enquanto assistimos aos eventos (na Virgínia) e a resposta do presidente no fim de semana, também sentimos que ele perdeu uma oportunidade crucial para unir o país e rejeitar de maneira inequívoca as ações perturbadoras de supremacistas brancos", escreveu em comunicado. 

O  diretor-geral de Intel, Brian Krzanich, que justificou sua renúncia "para chamar a atenção sobre o grave prejuízo que o clima político está causando em assuntos críticos" e pediu aos "líderes" que "condenem" a violência racista em Charlottesville.

O diretor executivo da marca esportiva Under Armour, disse no Twitter: "Nos mantemos firmes em nosso potencial e habilidade de melhorar a indústria americana. No entanto, a Under Armour se dedica à inovação e ao esporte, não à política".

Trump não demorou a responder através de Twitter à renúncia de Frazier com críticas ao diretor da gigante farmacêutica, mas depois não disse nada sobre os executivos de Intel e Under Armour.

Além dos diretores citados, o sindicato AFL-CIO (com 12,5 milhões de filiados) disse que também estava estudando seu futuro no Conselho de Manufatura de Trump. / NYT, e EFE

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