Dissidente cubana é libertada após breve prisão

O líder do grupo dissidente cubano Damas de Branco, Bertha Soler, foi libertada após ter sido detida no final de semana. Soler e outras 30 partidárias do grupo foram detidas na manhã de domingo.

AE, Agência Estado

19 de março de 2012 | 16h09

Outras 30 mulheres foram presas durante uma marcha do Damas de Branco em Havana, quanto elas tentavam passar por ruas onde normalmente não se manifestam.

Elas protestam após a missa, a cada domingo, para exigir que o governo liberte prisioneiros por crimes politicamente motivados. Bertha Soler foi vista na manhã desta segunda-feira na casa da cofundadora do Damas de Branco, Laura Pollan.

O governo cubano considera os integrantes da oposição como criminosos comuns e mercenários, pagos por Washington para fazer barulho. O Departamento de Estado e a Casa Branca criticaram as detenções, que ocorreram antes da visita do papa Bento XVI, entre 26 e 28 de março. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

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