Divergências entre líderes no Afeganistão levanta dúvidas sobre o governo

O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, prometeu uma completa revisão do governo para erradicar a corrupção e incompetência, mas depois de três meses no cargo, três prazos não cumpridos e incontáveis promessas, ele ainda precisa nomear seu gabinete.

Estadão Conteúdo

20 de dezembro de 2014 | 20h54

Os sucessivos atrasos fizeram crer que Ghani está sozinho diante de uma série de desafios - que vão desde lidar com um Taleban revitalizado até redefinir as relações com o vizinho Paquistão - e alimentaram especulações de que ele e o chefe executivo Abdullah Abdullah, o equivalente a seu primeiro-ministro, ainda estão na garganta um do outro.

"Eles não conseguem concordar em nada. É possível ouvir os gritos daqui", disse

Mohammad, um lojista de Cabul, ecoando a crença de muitos afegãos de que Ghani

e Abdullah não podem trabalhar juntos.

Uma vasta gama de fontes próximas aos dois homens, incluindo associados afegãs, autoridades e diplomatas ocidentais, dizem, porém, que os dois têm amigavelmente compartilhado a tarefa de selecionar potenciais ministros. Fonte: Associated Press

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