DNA de Strauss-Kahn é encontrado em roupa de vítima

Testes com uma amostra de DNA fornecida pelo ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, mostraram compatibilidade com sêmen encontrado na camisa de uma camareira que denunciou à polícia ter sido vítima de uma tentativa de estupro feita por ele, disseram funcionários da Justiça ao Wall Street Journal.

AE, Agência Estado

23 de maio de 2011 | 20h58

Na quinta-feira passada, o economista e aspirante a candidato a presidente da França foi indiciado por tentativa de estupro e violência sexual. Strauss-Kahn se submeteu a um teste de DNA após sua detenção em Nova York. Advogados do ex-diretor-gerente do FMI disseram no tribunal que não existiam provas de um estupro.

Strauss-Kahn, de 62 anos, foi retirado de um avião da Air France em 14 de maio, após uma camareira de 32 anos, do Sofitel de Nova York, ter denunciado à polícia que ele havia tentado estuprá-la quando ela entrou no quarto onde o executivo estava hospedado para limpar o local.

Strauss-Kahn renunciou ao cargo, mas manteve a afirmação de sua inocência. Após passar parte da semana passada detido na prisão da ilha Rikers, ele foi solto sob uma fiança de US$ 1 milhão, mais uma caução de US$ 5 milhões. As informações são da Dow Jones.

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