AFP PHOTO / Andreas SOLARO
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Dois brasileiros devem se eleger deputados no Parlamento italiano

Partido Democrático e Liga Norte foram os partidos mais votados por cidadãos italianos na América do Sul

O Estado de S.Paulo

14 de março de 2018 | 16h33

A eleição italiana do dia 4 renovou também os assentos no Senado e da Câmara para os representantes de italianos e cidadãos naturalizados que vivem no exterior. Pela América do Sul, foram eleitos 6 senadores e 12 deputados.

Segundo projeção do Ministério do Interior, dois desses parlamentares, ambos deputados, são brasileiros. São eles Fausto Longo, do Partido Democrático (PD), e Luis Roberto Lorenzato, da Liga Norte. 

No Senado, o PD e a Liga Norte elegeram dois senadores cada.  O Movimento Associativo Italiano no Exterior (Maie) e a União Sul-Americana de Emigrantes Italianos (Usei) – ambas legendas criadas para defender a agenda dos emigrantes – elegeram um senador cada um.

Na Câmara, PD e Liga Norte foram os mais votados na América do Sul e elegeram cinco e três deputados respectivamente. Movimento 5 Estrelas, Maei, Usei e Mais Europa elegeram um deputado cada um. 

As eleições gerais italianas foram vencidas pela coalizão de direita, formada por Força Itália (FI), Liga Norte e Irmãos da Itália, com cerca de 37% dos votos. Sozinho, o M5S ficou em segundo lugar, com 32,68%, e o governista Partido Democrata (PD) em terceiro, com cerca de 18,8%.

Nenhum deles tem maioria suficiente para governar, razão pela qual serão necessários os acordos para evitar uma repetição das eleições. 

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