Dois homens-bomba e um suspeito morrem em Meca

Três supostos militantes islâmicos perseguidos pela polícia saudita morreram nesta quinta-feira (06), inclusive dois homens-bomba que detonaram explosivos atados ao corpo quando forças de segurança tentaram prendê-los, revelou uma fonte policial. Sob condição de anonimato, o policial disse que os dois homens-bomba mortos em Meca provavelmente pertenciam a uma célula extremista que ontem entrou em choque com forças sauditas de segurança. A célula seria ligada à rede extremista Al-Qaeda, liderada pelo milionário saudita no exílio Osama bin Laden. A Al-Qaeda é acusada de perpetrar os atentados de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos e uma série de explosões em Riad no último mês de maio. Mais cedo, em Riad, a polícia saudita envolveu-se em um tiroteio com supostos extremistas, deixando um suspeito morto e oito policiais feridos, disse uma fonte do Ministério do Interior da Arábia Saudita. Diversos militantes foram capturados depois do tiroteio em Riad, disse à The Associated Press um policial que participou do tiroteio mas não revelou sua identidade. Diversos outros militantes fugiram em carros, relataram vizinhos.

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