REUTERS/David Mercado
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Dois milhões de pessoas devem acompanhar primeira missa do papa Francisco na Bolívia

Marcada para às 11h (horário de Brasília) desta quinta-feira, celebração acontece no centro de Santa Cruz de la Sierra

Luciana Nunes Leal, Enviada Especial / Santa Cruz de la Sierra, O Estado de S. Paulo

09 de julho de 2015 | 10h29

SANTA CRUZ DE LA SIERRA - Dois milhões de pessoas são esperadas na localidade de Cristo Redentor, no centro de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, para a missa que será rezada pelo papa Francisco no primeiro compromisso publico na cidade nesta quinta-feira, 9. Policiais militares e soldados do Exército fazem um rigoroso controle dos fiéis que chegam em grande número ao entorno do palco, com revista de bolsas, mochilas e malas. 

Muitas barracas de camping foram montadas por famílias que vieram de longe e dormiram na rua para guardar lugar no caminho por onde o pontífice passará em carro aberto."Fizemos vigília à espera do papa. Queremos ouvi-lo e por em pratica o que ele prega", disse Jacinta Avan, que viajou de Tupiza, no Departamento (Estado) de Potosi, até Santa Cruz em um grupo de 160 pessoas, em dois ônibus, com mais de 20 horas na estrada. Cerca de 500 mil hóstias serão distribuídas.  

Entre os ministros de comunhão estão as quatro irmãs Sulema, Ruth, Eleanor e Marilu Pardo. "É emocionante pensar que ele vai passar aqui em poucas horas", disse Sulema, que destacou como principais temas da pregação do papa a defesa da família,  a inclusão dos pobres e o meio ambiente.

A missa celebrada por Francisco dará início também ao V Congresso eucarístico nacional. Haverá orações em guarani, quíchua e aimara. Posteriormente, depois do almoço e do descanso, o papa irá à escola dos salesianos, chamada o Coliseu Don Bosco, onde encontrará sacerdotes, religiosos e seminaristas.

O papa Francisco pronunciará um discurso e depois fará uma parada na Expo Feira para presidir o Encontro Mundial de Movimentos Populares, organizado pelo advogado argentino Juan Graboi em colaboração com o Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, e a Academia Pontifícia das Ciências Sociais.

Este encontro sucede a primeira reunião que aconteceu em 28 de outubro 2014 no Vaticano, que contou com a presença do presidente boliviano, Evo Morales. / COM EFE

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