Donna recebe com contrariedade ordem para sair

A embaixadora dos EUA no Brasil, Donna Hrinak, recebeu com contrariedade a ordem da Casa Branca de deixar o País, no início de 2004, com a finalidade de abrir uma vaga para uma indicação política do presidente George W. Bush. A diplomata de carreira, que assumiu as embaixadas do país na Venezuela e na Bolívia e que desembarcou no Brasil em abril de 2002, pretendia cumprir integralmente os três anos no País para somente depois aposentar-se.Com a decisão da Casa Branca, Hrinak deverá antecipar a retirada do serviço público americano e ingressar no mundo dos negócios. Como meio de retirá-la do País, os superiores decidiram contar o tempo máximo de permanência em Brasília a partir do momento em que o antecessor deixara o posto - 14 meses antes da chegada dela. Indagada sobre o retorno aos Estados Unidos, ela ainda insiste em explicar que a decisão foi motivada por razões pessoais.A Casa Branca ainda não divulgou o nome do futuro embaixador dos EUA no Brasil. O antecessor de Hrinak, Anthony Harrington, era um advogado de larga reputação nos Estados Unidos indicado por seu amigo, o ex-presidente Bill Clinton.

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