Doze pessoas foram expostas ao antraz nos EUA

O número de pessoas nos EUA que contraíram o antraz ou estiveram expostas à bactéria subiu para 12. Esse número não inclui a funcionária da NBC, Erin O´Connor, de 38 anos, que trabalha como assistente do âncora de notícias Tom Brokaw e está tomando antibióticos, após exibir sintomas da doença. Um policial e dois técnicos de laboratório envolvidos em investigação da matriz da NBC em Nova York apresentaram teste positivo para o antraz, informou ontem o prefeito da cidade, Rudolph Giuliani. Em Nevada, quatro pessoas estiveram em contato com uma carta contaminada em escritório da Microsoft e apresentaram teste negativo, embora os resultados de mais dois outros casos não fossem conhecidos. Sete outros funcionários da American Media Inc. apresentaram teste positivo de exposição e estão sendo tratados com antibióticos. Nenhum deles desenvolveu a doença. Em Washington, o procurador-geral John Ascroft disse ser prematuro "afirmar que existe uma conexão direta" com a rede de terrorismo de Osama bin Laden, mas que "deve-se considerar esse potencial". Notícias de exposições à bactéria provocou nervosismo ao redor do mundo, com vários casos pendentes ou falsos relatos ocorridos neste final de semana, no Havaí, em Uniontown (Pensilvânia) e na Grã-Bretanha. O secretário para Serviços Humanos e de Saúde, Tommy Thompson, disse que solicitará ao Congresso valor superior a US$ 1,5 bilhão na tomada de medidas contra as ameaças de uma guerra biotecnológica. Parte do dinheiro será utilizada na compra de antibióticos no tratamento de 12 milhões de pessoas no período de 60 dias, seis vezes o fornecimento atual. Leia o especial

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