AP Photo/Pablo Martinez Monsivais
AP Photo/Pablo Martinez Monsivais

É inadmissível o fácil acesso às armas, diz Obama

Ao reiterar seu chamado pelo fim da violência armada, o presidente qualificou neste sábado como "inadmissível" o fácil acesso às armas, quase uma semana após o ataque a tiros em Orlando

O Estado de S. Paulo

18 Junho 2016 | 18h31

Ao reiterar seu chamado pelo fim da violência armada, o presidente americano, Barack Obama, qualificou neste sábado, 18, como “inadmissível” o fácil acesso às armas, quase uma semana após o ataque a tiros em Orlando. 

“Depois de vermos pais chorando a morte de seus filhos, não tem sentido que como país não façamos nada para impedir a próxima tragédia”, disse Obama em seu programa semanal de rádio, na véspera do Dia dos Pais (nos EUA). 

Omar Mateen, de 29 anos – um americano muçulmano filho de afegãos – invadiu uma casa noturna frequentada por gays com um fuzil de assalto comprado legalmente. Ele proclamou sua lealdade ao Estado Islâmico antes de ser abatido em uma operação policial.

“Ser duros com o terrorismo, particularmente com esse tipo de terrorismo interno que temos visto agora em Orlando e em San Bernardino, significa tornar mais difícil, tão rápido quanto possível, que as pessoas que querem matar americanos tenham em suas mãos armas de assalto capazes de matar dezenas de inocentes”, acrescentou Obama. 

Em um incidente similar, um casal abriu fogo em uma festa de Natal em San Bernardino, matando 14 pessoas. “Como todos os pais me preocupa a segurança de minhas meninas todo o tempo. Especialmente quando vemos violência evitável em lugares onde nossos filhos vão todos os dias: escolas, templos, cinemas. É inadmissível que autorizemos um fácil acesso de armas de guerra a esses lugares.” 

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