Marcelo Camargo/Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil

É preciso aguardar a implementação do acordo de desnuclearização, diz Aloysio

Para chanceler brasileiro, a reunião entre Trump e Kim é importante 'em si'

Lu Aiko Otta , O Estado de S.Paulo

12 Junho 2018 | 14h32

BRASÍLIA - A reunião do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, é importante em si, avaliou há pouco ao Grupo Estado o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes. "O encontro em si é importante, pois é uma situação que estava congelada desde 1953", disse. "Espero que o degelo continue e chegue a um acordo de paz." 

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Ele observou, porém, que é preciso aguardar para ver como evolui o acordo de desnuclearização. "Também precisa ver a reação dos vizinhos", acrescentou. Para o chanceler, é cedo para ter uma avaliação clara dos impactos da reunião ocorrida ontem em Cingapura. 

O Brasil, disse ele, segue acompanhando as sanções impostas pelas Nações Unidas à Coreia do Norte. Mas, se elas vierem a ser levantadas, o Brasil poderá elevar o nível de sua representação diplomática em Pyongyang. O País tem uma embaixada, hoje sob a condução de um encarregado de negócios. 

O comércio do Brasil com a Coreia do Norte foi reduzida a praticamente zero por causa das sanções. 

 

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