Egito acusa Mursi de conspiração com organizações estrangeiras

O procuradoria-geral do Egito ordenou que o presidente Mohamed Mursi e outros 34 islâmicos sejam julgados sob acusações que incluem conspiração com organizações estrangeiras para cometer atos de terrorismo e a revelação de segredos militares a outros países.

Reuters

18 de dezembro de 2013 | 11h59

Em comunicado, o procurador-geral disse que a Irmandade Muçulmana, grupo de Mursi, cometeu atos de violência e terrorismo no Egito e preparou um "plano terrorista" que incluía uma aliança com o grupo palestino Hamas e o Hezbollah, do Líbano.

Mursi já está sendo processado por incitar a violência durante protestos em frente ao palácio presidencial há um ano, quando ainda era presidente. Ele foi deposto em julho pelo Exército, após imensos protestos contra seu governo.

(Reportagem de Shadia Nasralla e Tom Perry)

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