Egito condena expansão israelense

O governo do Egito - um dos mediadores do processo de paz no Oriente Médio - qualificou nesta sexta-feira de "clara provocação" a decisão de Israel de construir mais 700 casas em duas colônicas judaicas na Cisjordânia, território ocupado pelos israelenses em 1967. O chanceler egípcio Amr Moussa afirmou que os palestinos não deveriam ser responsabilizados se reagirem. "É uma clara provocação e uma violenta imposição de um status quo sobre o povo palestino nos territórios ocupados, numa clara e franca contradição com as bases da paz e da lei internacional", salientou Moussa. O anúncio do governo israelense nesta quinta-feira também foi condenado duramente pelos EUA e a União Européia.

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