Egito condena três jornalistas da Al-Jazeera à prisão

Canadense, egípcio e australiano pegam ao menos 7 anos de cadeia por 'ajudar organização terrorista ao publicar mentiras'

O Estado de S. Paulo

23 de junho de 2014 | 08h41

 CAIRO - Três jornalistas do canal catariano Al-Jazeera foram condenados nesta segunda-feira, 23, à 7 anos de prisão pela Justiça egípcia. Dois deles são estrangeiros - um canadense e um australiano. Eles foram considerados culpados de vários delitos, incluindo ajuda a uma "organização terrorista" por publicarem mentiras.

A decisão provocou o protesto de entidades de defesa da liberdade de expressão e de governos ocidentais. A Grã-Bretanha convocou seu embaixador no Cairo para consultas. 

O  australiano Peter Greste e o egípcio de origem canadense Mohammed Fahmy receberam uma pena de 7 anos de prisão, e o egípcio Baher Mohammed, de 10. Outros 11 réus foram condenados à revelia a 10 anos de prisão. / REUTERS e EFE

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