AFP Photo / Al-Itisam Media
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EI confirma morte de seu 'ministro da guerra'

Em março, o Pentágono havia dito que Shishani, conhecido como 'Omar, o Checheno', tinha provavelmente morrido num ataque aéreo americano na Síria

O Estado de S. Paulo

13 Julho 2016 | 18h59

BAGDÁ - Abu Omar al-Shishani, que o Pentágono descreve como o “ministro da guerra” do Estado Islâmico, foi morto em combate na cidade iraquiana de Shirqat, ao sul de Mosul, disse nesta quarta-feira, 13, uma agência de notícias que dá apoio ao grupo militante.

Em março, o Pentágono havia dito que Shishani, conhecido como 'Omar, o Checheno', tinha provavelmente morrido num ataque aéreo americano na Síria.

Não foi possível verificar de forma independente o comunicado da Amaq, usada regularmente pelo Estado Islâmico para divulgar informações e  negara a morte de Shishani depois das declarações do Pentágono, em março.

As forças iraquianas avançam em direção a Mosul, a maior cidade ainda sob controle do Estado Islâmico. Eles cercaram a maior parte de Shirqat, 250 km ao norte de Bagdá, e na semana passada retomaram uma importante base área dos militantes para usá-la na ofensiva principal contra Mosul, 60 km ao norte.

Shishani está na lista dos militantes mais procurados pelos Estados Unidos e é parte de um programa que ofereceu até US$ 5 milhões por informações que ajudassem a retirá-lo dos campos de batalha.

Nascido na Geórgia, em 1986, quando o país ainda era parte da União Soviética, Shishani tinha a reputação de ser um assessor militar próximo a Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico, que segundo seguidores dependia bastante de Shishani. / REUTERS 

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