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EI crucifica três pessoas acusadas de tentar tirar civis da Síria

ONG afirma que há semanas o grupo começou a recrutar cidadãos para que integrem 'células dormentes' para evitar que os contrabandistas tirem civis de seus domínios no país árabe

O Estado de S. Paulo

20 de setembro de 2016 | 15h33

BEIRUTE - O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) crucificou nesta terça-feira três, 20, três pessoas acusadas de "contrabando de cidadãos para fora do território" controlado pelos radicais na Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

As três vítimas foram crucificadas em Al-Dala, no centro da cidade de Al-Raqqa, principal reduto dos extremistas na Síria.

O Observatório afirmou que há semanas o EI começou a recrutar cidadãos para que integrem "células dormentes" para evitar que os contrabandistas tirem civis de seus domínios no país árabe.

No fim de junho de 2014, o proclamou um califado no território sírio e no Iraque, onde tomou zonas do norte e no centro de ambos países.

Nas áreas que dominam, os jihadistas aplicam uma versão radical da sharia ou lei islâmica e impõem estritos castigos, que incluem, entre outros, a morte por decapitação, apedrejamento e por disparos na cabeça, para aqueles  que transgridem suas normas. / EFE

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