Eleição chilena testa estratégias para pleito presidencial

Os chilenos comparecem em massa neste Domingo para votar em eleições municipais que poderão indicar as chances da atual coalizão de centro-esquerda manter-se no poder no pleito presidencial de 2005. Embora as eleições municipais chilenas geralmente tenham foco em questões locais, desta vez tanto a oposição quanto a situação transformaram a disputa num teste para as estratégias prevista para o próximo ano. "O quadro político resultante desta eleição influenciará fortemente a votação presidencial, esta é uma grande verdade", diz o prefeito de Santiago, Joaquin Levin, que pretende concorrer à Presidência por uma aliança oposicionista de centro-direita. A situação ainda não tem candidato para 2005. O atual presidente, Ricardo Lagos, é proibido por lei de disputar a reeleição e concorda que o pleito municipal "também refletirá a orientação geral dos eleitores" quanto ao desempenho de seu governo. A principal disputa neste domingo é pela prefeitura de Santiago. Raul Alcaino, uma celebridade da televisão escolhida por Lavín para sucedê-lo, tem pequena vantagem nas pesquisas sobre o candidato de Lagos, o ex-presidente da Câmara Jorge Schauhlson.

Agencia Estado,

31 Outubro 2004 | 14h27

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