Ammar Awad / Reuters
Ammar Awad / Reuters

Eleição em Israel se tornou um 'referendo' sobre situação de Netanyahu

Analistas ouvidos pelo 'Estado' comentam tentativa de escapar de denúncias do premiê, influência do voto árabe e os próximos passos da articulação parlamentar

Redação, O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2019 | 17h25

Com a divulgação dos resultados parciais da apuração das urnas em Israel, 91% até a noite desta quarta-feira, 18, os resultados apontam para uma vitória acirrada do oponente do premiê Binyamin Netanyahu, o general Benny Gantz.

Com 33 cadeiras do parlamento adquiridas pelo seu partido, o Azul e Branco, contra 32 do Likud, partido de Netanyahu, independente do resultado final, nenhum dos dois candidatos conseguirá a maioria de 61 cadeiras com os seus aliados para governar, o que implicará em mais negociações durante o próximo mês.   

O Estado conversou com o professor de Relações Internacionais da ESPM-SP, Gunther Rudzit, e com o doutorando em Relações Internacionais pela PUC-SP, Arturo Hartmann, para avaliarem o que levou aos resultados das eleições parlamentares em Israel e quais são os próximos passos. 

Parte 1 - Eleição se tornou um referendo sobre Netanyahu

Parte 2 - 'Há um consenso entre Gantz e Netanyahu sobre os palestinos'

Parte 3 - 'Acordo entre Gantz, Lieberman e Netanyahu é difícil de ocorrer'

 

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