Em 2011, 38 árabes mortos

Israel foi pego de surpresa ano passado, quando milhares de palestinos marcharam em Jerusalém Oriental, Cisjordânia e nas fronteiras com Síria e Líbano. Em meio à Primavera Árabe, a estratégia palestina era simples: multidões caminhariam em direção ao território israelense.

O Estado de S.Paulo

31 Março 2012 | 03h08

Militares de Israel nos postos de controle não tinham armamento adequado para barrar a avalanche humana em locais que não costumam ser palco de confronto, como a fronteira com a Síria. Ao final, 38 palestinos foram mortos e centenas ficaram feridos. Israel acusou o regime de Bashar Assad de usar os palestinos para desviar atenção dos protestos que começavam a tomar fôlego na Síria. Em setembro, enquanto o presidente Mahmoud Abbas ia à ONU em busca do reconhecimento internacional, as forças israelenses entraram em alerta. Mas a temida terceira intifada não ocorreu.

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