, O Estado de S.Paulo

10 de abril de 2010 | 00h00

Em 2025, 29 cidades terão mais de 10 milhões de habitantes no mundo. Hoje, são 25, segundo a rede de televisão americana CNN, que define a região metropolitana de São Paulo, com 20,1 milhões de habitantes, como "uma cidade construída sem planejamento, onde há centenas de favelas". O lado positivo da cidade, completa a CNN, é ter se comprometido a reduzir as emissões de gases em 30% até 2012. A região metropolitana mais populosa é a de Tóquio, com 35,2 milhões de pessoas, mas super cidades crescerão mais no Brasil e na Índia. São Paulo aparece na classificação da CNN em 7.º lugar entre as megalópoles, atrás de Jacarta (22 milhões), Mumbai (21,2), Nova Délhi (20,9), Manila (20,7) e Nova York (20,6). A projeção é que, em 2030, São Paulo caia para 8.º lugar, com 23,4 milhões de pessoas, ultrapassada pelo Cairo. A outra representante brasileira na lista é o Rio de Janeiro, hoje com 11,6 milhões, que está em 26.º lugar e em 2030 terá 13,6 milhões de habitantes.

BBC

Gana, a terra dos caixões temáticos

Os ganeses amam morrer. Funerais são ocasiões especialíssimas e organizar um com esmero garante mais respeito na vizinhança do que manter os filhos na escola. O culto aos ancestrais é tão valorizado que o futuro defunto escolhe em vida a forma do caixão. Não é raro uma dona de casa respeitável escolher um modelo esculpido na forma de uma galinha. Já os homens ricos, em geral, partem deste mundo em um mini Mercedes-Benz de madeira.

WALL STREET JOURNAL

Candidatos britânicos ameaçam beberrões

Candidatos conservadores e trabalhistas elegeram um inimigo em comum na Grã-Bretanha: o álcool. Isso porque, entre 1980 e 2007, o consumo entre os britânicos aumentou 19%. A tendência é contrária à de outros 30 grandes países, onde se bebe 13% menos. Recentemente, uma lei proibiu que bares jogassem bebida na boca de clientes sentados em cadeiras. A violência preocupa os eleitores. Cerca de 87 mil brigas começam por ano com quebra-quebra de copos no país.

WASHINGTON POST

O lado insalubre da reforma da saúde

A reforma que garantiu assistência médica a 32 milhões americanos transformou-se em um risco à integridade física de alguns outros. Desde que a nova lei foi aprovada, o número de ameaças aos senadores triplicou. Nos últimos três meses foram 42 ameaças. Por precaução, os 454 escritórios de senadores tiveram a segurança ampliada e novas fechaduras e câmeras foram providenciadas. Nem todos senadores estão preocupados. "Só existe maior descontentamento lá fora com a direção que nosso país está tomando", disse Lamar Alexandre, que é republicano.

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