Amr Abdallah Dalsh/ Reuters
Amr Abdallah Dalsh/ Reuters

Em Hong Kong, estudantes formam cordão humano em apoio a manifestações

Imprensa local informou que uma professora ficou ferida durante a mobilização

Redação, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2019 | 05h24

HONG KONG - Estudantes formaram um cordão humano em apoio ao movimento pró-democracia na manhã desta segunda-feira, 09 em Hong Kong. Os jovens usavam máscaras que se tornaram símbolo dos protestos contra o governo.

A imprensa local informou que uma professora ficou ferida ao tentar defender alunos de um homem que teria tentado atacar a manifestação armado com uma faca. 

No final da semana, os protestos continuaram mesmo após a líder de Hong Kong, Carrie Lam, ter anunciado, na quarta-feira, a retirada do projeto de lei que previa extradição de suspeitos para julgamento na China. A proposta deu início às manifestações em junho.

O movimento avalia que o recuo do governo ocorreu tarde demais e não é suficiente. Agora, eles pedem investigações independentes sobre a atuação da polícia contra os protestos e anistia para os militantes que foram detidos.

No sábado, militantes do movimento pró-democracia participaram de um ato em frente ao consulado dos Estados Unidos em Hong Kong com faixas pedindo que o presidente dos EUA, Donald Trump “liberte” o território semi-autônomo da China.

A manifestação pedia que a comunidade internacional aumentasse a pressão sobre o governo chinês. Hong Kong vive sua maior crise política desde que foi devolvida do Reino Unido à China, em 1997./ Reuters e EFE

 

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