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Em meio a tensão no Tibete, China reforça segurança

Um ano após violentos protestos, Bombas caseiras atingiram dois veículos policiais na província chinesa

Agências internacionais

09 de março de 2009 | 11h10

Bombas caseiras atingiram dois veículos policiais na província chinesa do Tibete nesta segunda-feira, 9,na véspera do aniversário do levante fracassado da região contra o controle chinês em 1959. A China reforçou a segurança e o policiamento em monastérios budistas da província e instalou diversos pontos de checagem no território. O acesso de estrangeiros também foi limitado.   As bombas destruíram as lanternas e o teto dos carros, mas não houve vítimas. O ataque aconteceu horas depois de um confronto entre tibetanos e a polícia chinesa, segundo a agência Xinhua Segundo o governo chinês, o aumento de segurança visa impedir novos protestos. No ano passado, na mesma época, o Tibete foi palco das manifestações mais violentas em décadas."Aumentamos os controles nos portos fronteiriços e nas zonas-chave ao redor da fronteira com o Tibete", assegurou Fu Hongyu do departamento de controle de fronteiras pertencente ao Ministério da Segurança Pública."Tomaremos medidas enérgicas em atividades criminosas que sejam realizadas na fronteira com o Tibete e que possam representar uma ameaça para a soberania da China e do Governo", sentenciou Fu durante a sessão anual da Assembleia Nacional Popular (ANP, Legislativo).O presidente chinês, Hu Jintao, disse que o Tibete é uma área estável e pediu que líderes da região se juntem aos esforços de Pequim contra os separatistas. "Devemos construir juntos uma grande muralha contra os separatistas e defender a unidade que deve levar o Tibete a uma estabilidade duradoura", afirmou.   Por sua parte, o Dalai Lama disse que os líderes chineses sesentem "ameaçados" pelo "budismo tibetano" e tachou de "triste" a  atual situação no Tibete.   A fracassada rebelião de 50 anos atrás desembocou no exílio do Dalai Lama na Índia com o consentimento do então primeiro-ministro da Índia Jawaharlal Nehru, e desde então os tibetanos no exílio foram construindo suas instituições em Dharamsala.

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