EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID
EFE/EPA/HEDAYATULLAH AMID

Em nota, Brasil repudia atentado em Cabul

Na nota, emitida pelo Ministério das Relações Exteriores, governo brasileiro diz receber com 'consternação' notícia de mais um atentado na capital afegã

Carla Araújo, O Estado de S. Paulo

23 de julho de 2016 | 16h55

BRASÍLIA  – O governo do presidente em exercício, Michel Temer, emitiu nota, por meio do Ministério de Relações Exteriores, repudiando o atentado em Cabul, no Afeganistão, que deixou mais de 80 mortos. “O governo brasileiro recebeu com consternação a notícia de mais um atentado em Cabul, na manhã de hoje, reivindicado pelo Estado Islâmico, durante uma manifestação pacífica”, afirma o texto divulgado neste sábado, 23.

 

“O governo brasileiro condena nos termos mais veementes este ato de barbárie e expressa sua solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo afegãos”, afirma a nota. Segundo o Itamaraty, o Brasil apoia “firmemente os esforços do governo do Afeganistão no sentido de conter atos de violência sectária”. “Tais esforços terão reflexos importantes para a estabilidade de toda a região”, completa a pasta. 

O ataque de um homem-bomba durante um protesto na capital do Afeganistão também deixou 231 feridos e sua autoria foi reivindicada pelo grupo Estado Islâmico. Esse foi um dos atentados mais violentos no país desde que o Taleban iniciou uma campanha contra o governo, em 2001. 

 

Após o ataque em Nice, na França, na semana passada, o governo ampliou os esforços para evitar possíveis atentados durante os Jogos Olímpicos. Na quinta-feira, a  Polícia Federal deflagrou a Operação Hashtag, que culminou com a prisão de 11 brasileiros suspeitos de compor no País uma célula terrorista internacional do Estado Islâmico que estariam preparando atentados na Olimpíada. 

Tudo o que sabemos sobre:
AfeganistãoEstado IslâmicoCabul

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.