JACK GUEZ / AFP
JACK GUEZ / AFP

Em nova fase da campanha, Israel começa a vacinar adolescentes

Ao menos 2,5 milhões de israelenses já receberam a primeira das duas doses da vacina

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de janeiro de 2021 | 14h18

JERUSALÉM - Israel começou a administrar vacinas contra a covid-19 em adolescentes neste sábado, 23, à medida que avança com sua campanha de vacinação. Autoridades sanitárias dizem que 2,5 milhões de habitantes - um quarto da população - já receberam a primeira dose da vacina Pfizer/BioNTech. Outros 900 mil também receberam a segunda. 

O Ministério da Saúde anunciou na quinta que iria permitir a vacinação de alunos do ensino médio com idades entre 16 e 18 anos mediante aprovação dos pais. De acordo com dados do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, Israel é líder mundial na campanha de vacinação. 

A expansão da campanha para incluir adolescentes ocorre dias depois de Israel aumentar seu terceiro bloqueio nacional na terça devido a um aumento nas infecções por coronavírus. A partir de sábado, os viajantes que retornam do exterior para Israel devem apresentar um teste PCR negativo no aeroporto.

As maiores taxas de positividade continuam a ser registradas entre comunidades judaicas ultraortodoxas, relutantes desde o início de pandemia para cumprir as medidas de distanciamento social. A polícia israelense interveio nos últimos dias em algumas congregações desta comunidade que levaram a confrontos com as forças de segurança.

O maior fundo de saúde do país, o Clalit, começou a vacinar adolescentes a partir da manhã de sábado, enquanto os três outros sistemas de saúde deveriam iniciar sua campanha mais tarde. Israel começou a vacinação em 20 de dezembro com profissionais de saúde, grupos de idosos, doentes e pacientes em risco.

A partir de sábado, pessoas com 40 anos ou mais também podem tomar a vacina. O país garantiu uma grande quantidade de vacinas da Pfizer/BioNTech. Desde o início da pandemia, Israel registrou mais de 580 mil infecções e 4.266 mortes em uma população de cerca de nove milhões de habitantes.  / AFP e EFE

 

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