Em resposta a Fidel, Otan nega plano de invadir a Líbia

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, disse que a aliança militar liderada pelos EUA não tem planos para intervir na crise líbia e não recebeu nenhum pedido para que o fizesse. "Quero destacar que a Otan não tem planos de intervir e não recebemos nenhum pedido. Em qualquer caso, qualquer ação teria de se basear em um mandato claro da ONU", afirmou Rasmussen.

RENATO MARTINS, Agência Estado

24 de fevereiro de 2011 | 14h25

A declaração é uma resposta a um artigo do ex-presidente cubano, Fidel Castro, segundo o qual os EUA estariam para ordenar que a Otan invadisse a Líbia para controlar seus campos de petróleo. Os EUA "não hesitarão em dar a ordem para que a Otan invada aquele rico país, talvez nos próximos dias ou nas próximas horas", escreveu Castro, em artigo publicado em jornais de língua espanhola de diversos países. As informações são da Dow Jones.

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