Em São Paulo, chuva espanta quem protestava contra líder venezuelano

Em São Paulo, a chuva fina que caiu durante a tarde na Avenida Paulista espantou os manifestantes que protestavam contra o presidente venezuelano, Hugo Chávez. Por volta das 13h30, quando a reportagem do Estado passou pelo local do protesto, apenas 15 manifestantes estavam reunidos no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Durante toda a manifestação - que teve início às 12 horas e terminou por volta das 14 horas - cerca de 30 pessoas passaram pelo local.

Renata Miranda, O Estadao de S.Paulo

05 de setembro de 2009 | 00h00

Munidos com bandeiras da Venezuela e cartazes com fotos de Chávez, a maioria dos presentes era composta de mulheres estrangeiras. "Estamos cansadas de Chávez", disse a venezuelana Miriam Blanco, que vive no Brasil há quatro anos. "Ele deixou de ser ruim apenas para a Venezuela e agora é prejudicial para toda a América Latina."

Para a peruana Gisele Woods, a interferência de Chávez na política regional é prejudicial para o desenvolvimento latino-americano. "Esse senhor afeta a estabilidade do continente", afirmou Gisele. Assim como em outras cidades, a manifestação de ontem foi organizada pela internet por jovens colombianos e venezuelanos. A convocação foi feita por redes sociais, como o Facebook e o Twitter.

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