Em tons distintos, países enviam condolências

Líderes de todo o mundo enviaram ontem condolências à presidente argentina, Cristina Kirchner, pela morte de seu marido, Néstor Kirchner. As mensagens tiveram tom mais comedido nos EUA e na Europa do que entre líderes de esquerda da América Latina.

, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2010 | 00h00

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, postou uma mensagem no Twitter: "Ai, minha querida Cristina, quanta dor. Que grande perda a Argentina e a nossa América sofreu. Viva Kirchner, para sempre."

Em comunicado oficial, o presidente americano, Barack Obama, disse que Kirchner desempenhou "um papel significativo" na vida política argentina.

Além do Brasil, Venezuela, Chile, Colômbia e Uruguai decretaram três dias de luto pela morte do ex-presidente argentino e secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). O governo espanhol disse que "acompanha os argentinos neste momento de profunda dor". O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que Kirchner "foi um líder nacional e internacional que acreditava no multilateralismo". Os governos de Itália, Canadá, Nicarágua, México e Bolívia também expressaram suas condolências. / AP e EFE

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