Em um mês, 310 morrem em confrontos no Paquistão

EUA dizem que, apesar dos esforços do governo paquistanês, país é refúgio da Al-Qaeda e do Taleban

Associated Press e Agência Estado,

24 de agosto de 2007 | 10h46

Cerca de 310 pessoas morreram em um mês de violência no noroeste paquistanês, especialmente na região de fronteira com o Afeganistão, informou nesta sexta-feira o Exército do Paquistão.   Veja também:  Ataques matam seis no noroeste do Paquistão "Ao longo do último mês, nós perdemos 60 soldados em ações suicidas e outros tipos de ataque", disse o general paquistanês Waheed Arshad em entrevista concedida à Associated Press. No mesmo período, as forças de segurança mataram cerca de 250 supostos militantes islâmicos. Sob pressão dos Estados Unidos para apertar o cerco a militantes do Taleban e da Al-Qaeda na região, o presidente do Paquistão, general Pervez Musharraf, enviou milhares de soldados à remota região de fronteira com o Afeganistão no mês passado. Os choques foram particularmente intensos na região de Waziristão do Norte, onde militantes abandonaram um cessar-fogo fechado em setembro do ano passado. Nesta sexta-feira, o Exército paquistanês informou que um ataque suicida com carro-bomba e a explosão de um artefato posicionado no acostamento de uma estrada provocaram a morte de seis soldados e feriram 17 em diferentes partes de Waziristão do Norte.

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